Promessas


 

Acho que virou moda, meus sentimentos são tantos que não largo mais o osso da boca! E com isso, vivo a fazer promessas e dessa posso dizer também que tem um motivo especial, fora tantas outras que por aqui gorjeiam pelo blog, logo me pego novamente a destecer palavras voltadas à conjuntura humana, e mais do que isso, permeia pelo vinculo da amizade. Volto a minha origem para anunciar e encantar com palavras o caráter de um amigo, ou seja, fiz essa promessa a ele e pretendo com o máximo de carinho cumpri-la.

Antes que pensem, “de novo?”, logo adianto, não é para a mesma pessoa que há pouco tempo escrevi, é para uma nova! Que me ilude e insiste a me desorientar, portanto vocês que aqui passam para ler esses meus devaneios, parem de reclamar e novamente se voltem a ler! RS

Não sei se ele merece um pseudônimo ou se simplesmente omito seu nome dessas palavras, no decorrer penso em outra solução ou talvez possa reinventá-lo, no final me preocupo muito com ele, vivemos em desentendimentos, acho que na maioria das vezes é minha culpa, realmente sou difícil de conviver, mas “D”, vamos assim chamá-lo, é de uma loucura profunda, além de ser novo, tem uma genialidade exuberante! E como também tenho o fight é grande, porém não vou desmerecê-lo, por mais que existam esses problemas, gosto muito de conversar com “D”, ele tem muitas idéias dúbias do mundo, acho que vive no mundo da fantasia, ele prefere que seja assim, acredito! Vivo tentando mostrar o outro lado da moeda, outra face da historia, mas ele não quer aceitar, é incorrompível. E assim vivo a driblar essas suas camadas joviais de um mundo não aceitável, não nego que gosto desse sistema imposto por ele e o quão fico alegre quando o encontro para iniciarmos mais uma das nossas conversas estranhas. “D” me faz perder a cabeça rapidinho, realmente vive a me atazanar e vice-versa, é assim mesmo, criamos essa teia e não sabemos mais sair dela. O que mais falar sobre “D”? Gentil, atencioso, sarcástico, irônico, brincalhão e no final só vive rindo para os quatros cantos, não consigo entender essa ultima parte, ele, em nada, leva a sério.

No fim permito essa promessa a ele, e por aqui termino com uma frase: “Qual a cor de hoje?” RS.

RPH A.

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