Muito mais que um simples design


Ultimamente escrevi um texto sobre a banalização do “nome” design e suas metamorfoses constantes ao qual ele vem sofrendo em seu termo e, consequentemente, a mudança de sua definição e significado.

Em um estudo mais aprofundando, resultante do fruto de muitas pesquisas, conversas e leituras. Entendo que o “design é uma “práxis” interdisciplinar; a forma de um objeto, juntamente com as funções imediatas para as quais ele está destinado. Ele sempre revela algo sobre si mesmo, sobre seu público, e seus objetivos. Fala sobre o momento social, cultural, econômico e político em que se dá o relacionamento entre eles, ou seja, posiciona sujeito e objeto no mesmo instante de tempo e espaço, tornando-os testemunhas das diferentes etapas de desenvolvimento e amadurecimento de uma sociedade. Um objeto, não é apenas uma idéia concretizada, é também um identificador, portador de significados, contribuição significativa, para o surgimento de novas realidades, em todos os sentidos”.

Logo, estimo que esse termo seja muito mais valorizado, porque assim como o meu pai falou ontem “que design para ele é desenho, e não percebia a utilidade do termo”, muitas pessoas pesam da mesma forma, por isso, sempre volto  a falar sobre o seu significado e suas representações.

Rapha.

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