O (re)debút do mito


Sim. O mito está de volta. Você não está seguro em lugar algum, feche as portas, se esconda e jamais, jamais saia de casa em noites de lua cheia………….

Bem, sem dúvida depois de Crepúsculo, True Blood (na 3º temporada vocês verão as loucuras), The Vampire Diaries e muitos livros falando sobre os mitos da noite que assombram gerações desde a infância, a história nua e crua, em toda sua brutalidade é trazida à tona novamente na pele de Benicio Del Toro.

Essa leva de história que falei acima é praticamente totalmente voltada para uma geração de adolescentes e remanescentes desejosos de lendas românticas e frívolas (não que eu não goste), mas o filme O LOBISOMEM traz ao cinema da nova década o que ele tinha de mais encantador e assustador antigamente. Não digo que o filme é incrível, mas sem dúvida ele está na minha lista pra futuras aquisições.

Antes de ver o filme fiz questão de ler algumas críticas, afinal, não sabia o que esperar. Todas parecem ter em questão a beleza do ator principal, mas no fundo todas revelaram aquilo que eu também achei no fim de tudo: tórrido, sanguinário, lendário, belo. Sim. O filme é ótimo, traz de volta o lobisomem real (se é que posso dizer isso). Para as meninas fãs de Crepúsculo eu digo pra não assistir ao filme, Benicio Del Toro não é nenhum Jacob Black, não tira a camisa nem quando se transforma. Ah, eles tem algo em comum: não ficam com a garota…..

Há algum tempo venho aprendendo a apreciar outras características de um filme que não apenas a história ou os atores, neste caso, falo com paixão da Direção de Fotografia. Belíssimas imagens.

P.s: eu não achei o Benicio Del Toro feio, mas também não achei lindo. A questão é que no meio do filme, quando davam uns closes nele, reparei na extrema semelhança que ele tem com o Brad Pitt. Não riam, é verdade. Vejam a ossatura, o nariz, a linguagem visual, é muito parecido.

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