SOLIDÃO


Odeio quem rouba a solidão sem em troca oferecer a verdadeira companhia”
[F. Nietzsche]

 

Partindo da sugestão da amiga Thalita, que leu meus pensamentos ao citar o tema solidão, pois o mesmo estava na minha listinha de temas a escrever, fiz uma leitura pessoal da solidão e agora compartilho com vocês.

Quando falamos em solidão, há um paradigma de dor e tristeza impregnado nisso.  As músicas que tratam do tema também a tem como um sentimento ruim.

Alguns exemplos:

Vem me tirar da solidão, fazer feliz meu coração. (Robertão)

Vem meu amor, me tira da solidão. (Ivetinha)

Eu não existo longe de você, a solidão é o meu pior castigo. (Buchecha)

 Mas como sempre e em tudo, procuro ver o lado positivo da coisa, eu defendo que solidão também é uma fonte de coisas positivas.

É quando estou sozinha que penso em mim, que recarrego minhas forças e energias, que olho para meu umbigo e me conheço mais. Particularmente, adoro minha companhia.

Sempre gostei das poucas horas em que ficava sozinha em casa. Sabe aquele momento que você pode ouvir A SUA MÚSICA, no volume MAIS ALTO?

E que você pode tomar um banho demorado, andar de toalha pela casa, ver TV, ler, ficar ao telefone ou qualquer outra coisa, sem medo de ser interrompido? Pois é, adoro!

É claro que ninguém é feliz sozinho, mas há momentos de necessária solidão, isso é fato. Quando ela deixa de ser depressiva e é opcional e até traz soluções.

Dar um tempo de tudo e todos faz muito bem. Ficar um pouco só e olhar para si mesmo, não fazer nem falar nada e se conseguir, nem sequer pensar em nada. Apenas enfrentar a si mesmo e se sentir pleno em tudo.

E se a solidão simplesmente não é opcional e sentimos falta de conversar, de carinho, de atenção, é o memento de buscar tudo isso e na solidão, encontrar a melhor forma de encará-la sem deixar a tristeza tomar de conta.

Para pensar: “Você não pode estar só, se gostar da pessoa com quem fica quando está sozinho.”

 

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