Música que gosto | Trance: e-music que eu amo!


Trance é uma das principais vertentes da música eletrônica que emergiu no início da década de 1990. O gênero é caracterizado pelo tempo entre 130 e 160 bpm, apresentando partes melódicas de sintetizador e uma forma musical progressiva durante a composição, seja de forma crescente ou apresentando quebras. Algumas vezes vocais também são utilizados. O estilo é derivado do house e do techno, tendo pegado uma melodiosidade não característica do techno, com seus sons industriais, e menos orgânicos, além de parecerem menos melódicos.

Em geral, a maioria das canções são calmas e de efeito lento e constante na energia-alma e no estado de pensamento. A tradução literal do termo trance para português é transe. O nome foi recebido devido às batidas repetitivas e pelas melodias progressivas características, que levam o ouvinte a um estado de transe, de libertação espiritual, enquanto ouve.

As principais vertentes do trance são:

  • Progressive Trance
  • Uplifting Trance
  • Tech Trance
  • Hard Trance
  • New Trance

Origens do trance (Europa)

Pode-se encontrar elementos primitivos da música trance nas raízes religiosas do shamanismo, hinduísmo e budismo. Mas o trance da forma moderna, eletrônica e evoluída em conjunto com outras formas de música eletrônica dançante, surgiu na Alemanha no início da década de 1990.

Ao longo da década de 1970, Klaus Schulze gravou vários álbuns de música eletrônica ambiente atmosférico e o uso de sequenciadores. Em alguns dos álbuns da década de 1980 a palavra trance era incluída nos títulos, como Trancefer (1981) e En=Trance (1987). caracterizados pelo

Elementos que tornaram-se característicos da música trance nas raízes religiosas do shamanismo, hinduísmo e budismo. Mas o trance da forma moderna, eletrônica e evoluída em conjunto com outras formas de música eletrônica dançante, surgiu na Alemanha no início da década de 1990.

Ao longo da década de 1970, Klaus Schulze gravou vários álbuns de música eletrônica ambiente atmosférico e o uso de sequenciadores. Em alguns dos álbuns da década de 1980 a palavra trance era incluída nos títulos, como Trancefer (1981) e En=Trance (1987). Elementos que tornaram-se característicos da música trance também foram explorados por artistas do gênero industrial da música eletrônica no final da década de 1980.
O objetivo era produzir sons de efeitos hipnóticos aos ouvintes, o que também poderia levar a um alto grau de estado de transe ou euforia. Esses artistas do gênero industrial eram dissacioados à cultura rave, embora muitos já mostravam interesse no Goa trance, no qual o som é mais pesado comparado ao som que agora é conhecido como trance. Muitos dos álbuns produzidos por artistas industriais eram em sua grande maioria experimentais, e não tinham o intuito de originar um gênero musical com uma cultura associada—eles permaneceram fiéis às suas raízes industriais. Com o trance dominando à cultura rave, a maior parte desses artistas abandonaram o estilo.

Trance atualmente

Atualmente, após ter perdido um pouco da sua força no fim da década de 1990, o trance está a ganhar uma grande força novamente. Produtores consagrados como: Paul van Dyk, Tiesto, Armin van Buuren, Leon Bolier, Above & Beyond, ATB, George Acosta, Gareth Emery, Ferry Corsten, Aly & Fila, Markus Schulz, Sean Tyas, Dash Berlin, The Thrillseekers, Ronski Speed, Alex M.O.R.P.H., Sander Van Doorn, 4 Strings, DT8, Blank & Jones, dentre outros, continuam a manter o gênero em alta.

Trance x trance psicodélico

É de facto conhecida uma certa rivalidade entre o Trance e o Psychedelic, mais conhecido como PsyTrance, no Brasil e Portugal. Na sua essência, o Psychedelic mantém a mesma proposta de transe através do som. Porém musicalmente o estilo é diferente do Trance, o que caracterizou a antiga sub-vertente do GoaTrance como um novo estilo de Trance, para evitar subdivisões desnecessárias. O Psychedelic atual apresenta uma estrutura musical baseada em bpms altos, kicks sintéticos e pode apresentar, ou não, melodias (um dos elementos básicos no Trance e no GoaTrance).
Enquanto o Trance nasceu na Alemanha, o Psychedelic Trance foi originado em Israel com base também na Índia – devido ao GoaTrance, que surgiu em Goa na India derivado do Trance, caracterizando assim o Psy como um tipo de Trance.
Mas lembrem-se: TRANCE não é Psy! 

viaBlog do Amorim.

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