Apenas um conselho


Não se trata apenas de um simples conselho, é algo mais real, tangível, profundo e tocado no âmago da essência de algo que vale, não pelo ato de existir, mas pela construção de um pensamento vivido, pouco escondido.

Não, não será minha hipocrisia falar sobre a vida. Todos falam, por que não posso falar? 22 anos, idade da minha existência, é tão pouco para validar o que irei lhes dizer, mas não posso fazer muito. Se idade realmente valesse como algo importante, não teríamos que aceitar que menores de 18 anos matem pessoas e fiquem impunes.

22 anos e apenas um conselho: Morra feliz. Não interprete mau o que falo. Morrer é o final de uma essência, mas qual será essa essência se você não conseguiu construí-la ao longo de uma vida? Chegar ao final de uma vida sabendo que viveu com intensidade, alegrias, tristezas, aprendizados. Isso sim é morrer feliz. É você entender que o inicio de sua vida é apenas um começo eterno de sucessivas formas de alegrias e que morrer é a diminuta forma de compreender que você permeou uma vida completa.

O pote de ouro do final do arco-íris é exatamente esse exato instante de passagem entre a morte e a felicidade plena. Construção de um “além vida” consagrada por muitos como fonte de constatação do divino. Divino é amar, bom mesmo é ser feliz amando. Prova de amor maior não há! Morra feliz, morra sabendo que você foi único. Você é único.

A felicidade é única. Que ela seja parte da sua essência de vida. Que na sua morte você seja feliz com você mesmo!

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