Ateando fogo na chuva


P.S.: Leia o texto abaixo ouvindo a música do clipe a seguir:

Sabem, amar é difícil. Desde um simples amor, daqueles de verão, até os mais complexos, como os platônicos, não são fáceis. Até a própria palavra ‘amor’, que aos poucos tem desaparecido do vocabulário dos casais apaixonados, é difícil. Difícil de ser dita, compreendida, recebida, repassada…

Eu já tive um grande amor. Ou será que ainda tenho? Talvez, quando a tempestade que paira sobre minha mente for embora, eu possa dizer algo mais consistente a respeito. Por hora, o que importa é que vivi um grande amor, daqueles que te fazem sentir borboletas no estômago ao esperar ansiosamente por uma ida ao cinema; daqueles que te faz criar planos fantástico para o futuro; daqueles que te faz ver que um relacionamento não vive somente de bons momentos, e que transforma os maus em mais uma lição de vida a ser aprendida; daqueles que traz boas lembranças de domingos ensolarados, de segundas-feiras apaixonantes e terças-feiras de jantares românticos. Daqueles que te fazem olhar no fundo dos olhos, com um sorriso encantador estampado na boca, e dizer: “Onde você esteve a minha vida toda?”; daqueles que seguram sua mão, enxugam suas lágrimas, e te põe de pé, caso você caia; daqueles que tem uma música especial, e toda vez que ela toca, cantamos alto, dançamos, e não ligamos se os outros pensam que somos loucos, afinal somos jovens!

É, eu vivi um amor desses. Ou será que ainda vivo?

@Tahgore / Facebook 2R$

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